terça-feira, 21 de julho de 2009
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
sábado, 19 de abril de 2008
quinta-feira, 20 de março de 2008
segunda-feira, 17 de março de 2008
O DIVERTIDO MUNDO DA POLÍTICA
Pérolas do português governamental.
"A operacionalização de uma diferenciação consistente para um sucesso menos ofensivamente diferente, em termos de escola e currículo, consiste em reconstruir a estrutura organizativa do trabalho de ensinar e aprender, tomando a diversidade como referente da organização e não como desvio a uma norma tornada insignificativa na escola de hoje".
In Gestão do Currículo e Avaliação de Competências (Lisboa: Editorial Presença, p.34)
domingo, 9 de março de 2008
O DIVERTIDO MUNDO DA POLÍTICA
"Dívidas em que o devedor deixou de existir e já não existe."
"A liberdade é algo que o país deve a Mário Soares, a Salgado Zenha, a Manuel Alegre... Não deve a Álvaro Cunhal nem a Mário Nogueira."
Teixeira dos Santos
(como foi ouvido numa reportagem do telejornal da RTP2, 3 Março 2008, enquanto explicava porque é se deixou prescrever milhões de euros de dívidas ao fisco)"A liberdade é algo que o país deve a Mário Soares, a Salgado Zenha, a Manuel Alegre... Não deve a Álvaro Cunhal nem a Mário Nogueira."
Santos Silva, Março 08
VOZES DE BURRO NÃO CHEGAM AO CÉU
09.03.2008 - 18h44 - Mário Silva, Guarda, Portugal
Como cidadão, trabalhador, pai e contribuinte líquido do orçamento de Estado desta nação digo: Sr. Primeiro Ministro, Srª Ministra da Educação, têm o meu total apoio em todas as políticas de transformação estrutural que estão a ser levadas a cabo. Penso tanbém que muitas centenas de milhares de portugueses partilham esta posição (incluindo muitos professores, tenho a certeza!). Não se deixem intimidar, por favor. Vi algumas intervenções neste fórum que, se os autores forem aquilo que pelo conteúdo penso que são, ou seja professores, em nada dignificam a sua posição e a da respectiva classe profissional. É uma pena, é uma vergonha. Nível muito baixo; o medo tolhe mesmo a razão. Avancem as reformas, depressa! Em 2009 veremos quem tem razão! Porque o povo é mesmo quem mais ordena. Coragem. Força!
09.03.2008 - 18h42 - Emanuel, Lisboa
Parabens ao PCP (Fenprof) mais uma impecável organização à velha maneira soviética,conseguindo reunir milhares de militantes,simpatizantes,funcionários do partido,professores,incluindo reformados,familiares e afins,além dos habitués nestas festividades . Entretanto sugiro nova palavra de ordem Progressões automáticas sempre.
09.03.2008 - 18h12 - Pedro Morais, Paço d´Arcos
caros professores, vocês têm toda a razão, o mausão do ministro das finanças anda a dar cabo da vossa gaiola de oiro, vejam lá que o malandro quer impor-vos um regime parecido, só parecido porque se fosse igual vocês suicidavam-se todos, ao dos outros técnicos superiores do Estado. É um mausão, esse ministro das finanças... dar assim cabo da progressão automática das vossas carreiras.... Um abraço comovido para todos vocês.
09.03.2008 - 17h39 - Luis Edgar, Lisboa
Se não gostam despeçam-se e procurem trabalho que é o que centenas de milhares de portugueses andam a fazer ! Isto de os professores qurerem manter privilégios de pouco (ou nenhum) trabalho e grandes ordenados é para acabar pois os contribuintes não aguentam mais ! Vão mas é procurar trabalho e deixem o ensino para o qual nunca estiveram habilitados !
Para quem quiser consultar estas e outras opiniões e comentários iluminados, cheios de conhecimento da causa, de quem é especialista reconhecido e creditado pelo ME no assunto EDUCAÇÃO, pode clicar em
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1322010
Como cidadão, trabalhador, pai e contribuinte líquido do orçamento de Estado desta nação digo: Sr. Primeiro Ministro, Srª Ministra da Educação, têm o meu total apoio em todas as políticas de transformação estrutural que estão a ser levadas a cabo. Penso tanbém que muitas centenas de milhares de portugueses partilham esta posição (incluindo muitos professores, tenho a certeza!). Não se deixem intimidar, por favor. Vi algumas intervenções neste fórum que, se os autores forem aquilo que pelo conteúdo penso que são, ou seja professores, em nada dignificam a sua posição e a da respectiva classe profissional. É uma pena, é uma vergonha. Nível muito baixo; o medo tolhe mesmo a razão. Avancem as reformas, depressa! Em 2009 veremos quem tem razão! Porque o povo é mesmo quem mais ordena. Coragem. Força!
09.03.2008 - 18h42 - Emanuel, Lisboa
Parabens ao PCP (Fenprof) mais uma impecável organização à velha maneira soviética,conseguindo reunir milhares de militantes,simpatizantes,funcionários do partido,professores,incluindo reformados,familiares e afins,além dos habitués nestas festividades . Entretanto sugiro nova palavra de ordem Progressões automáticas sempre.
09.03.2008 - 18h12 - Pedro Morais, Paço d´Arcos
caros professores, vocês têm toda a razão, o mausão do ministro das finanças anda a dar cabo da vossa gaiola de oiro, vejam lá que o malandro quer impor-vos um regime parecido, só parecido porque se fosse igual vocês suicidavam-se todos, ao dos outros técnicos superiores do Estado. É um mausão, esse ministro das finanças... dar assim cabo da progressão automática das vossas carreiras.... Um abraço comovido para todos vocês.
09.03.2008 - 17h39 - Luis Edgar, Lisboa
Se não gostam despeçam-se e procurem trabalho que é o que centenas de milhares de portugueses andam a fazer ! Isto de os professores qurerem manter privilégios de pouco (ou nenhum) trabalho e grandes ordenados é para acabar pois os contribuintes não aguentam mais ! Vão mas é procurar trabalho e deixem o ensino para o qual nunca estiveram habilitados !
Para quem quiser consultar estas e outras opiniões e comentários iluminados, cheios de conhecimento da causa, de quem é especialista reconhecido e creditado pelo ME no assunto EDUCAÇÃO, pode clicar em
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1322010
RANGEL, O VIDENTE
Publicado no Correio da Manhã, de 8 de Março de 2008. Há que reverenciar este tipo de antecipação! 

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
COMO SERIA SE...
... as celebridades não fossem famosas?

Reconhecem-no?
Para verem mais cliquem em
http://www.famosidades.com.br/v2/fotos.asp?id=214
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
MITO URBANO
Técnica do PIN invertido para evitar roubos no Multibanco é falsa
Já ouviram falar na técnica do PIN invertido? Circula há já algum tempo em Portugal um e-mail que dá uma dica aos utilizadores de cartões de crédito e débito, para se evitarem roubos com levantamentos em caixas Multibanco.
Mas a Sociedade de Sistemas Interbancários (SIBS), que gere a rede de Multibancos no nosso País alerta: a mensagem é falsa.
O e-mail é mais um daqueles que são enviados em cadeia e que recomendam o seu reenvio a todos os contactos. Diz que quem for forçado por um ladrão a levantar dinheiro numa caixa Multibanco, pode avisar a polícia imediatamente, digitando o código PIN ao contrário. Por exemplo, se o código fosse 1234, então a pessoa deveria marcar 4321. Supostamente a máquina reconhece que a senha está invertida e, apesar de entregar o dinheiro na mesma, alertaria a polícia imediatamente.
A SIBS afirma: «A técnica de introdução do PIN invertido como forma de alerta por parte dos utilizadores em caso de assaltos tem sido, desde há alguns anos, alvo de análise e discussão. No entanto esta técnica nunca foi implementada em qualquer país europeu ou de qualquer outro continente».
As razões são simples. «Tecnicamente existem problemas a ultrapassar começando logo pelos PINS capicuas». Os números capicuas são aqueles que se lêem da mesma maneira de trás para a frente e da frente para trás, por exemplo 1221 (qualquer que seja o sentido em que lê o número, é sempre igual), e nestes casos a máquina não saberia detectar quando é que o PIN estava ou não invertido.
Para além disso, diz a SIBS, este sistema seria pouco eficaz, já que «são poucas as pessoas que, confrontadas com um assalto, tenham calma necessária ao ponto de fazer uso deste mecanismo de uma forma correcta».
Por fim, a mesma entidade alega razões de segurança. «A integridade física dos nossos clientes está em primeiro lugar. O efeito da intervenção das forças policiais num contexto destes é compreensivelmente imprevisível».
Já ouviram falar na técnica do PIN invertido? Circula há já algum tempo em Portugal um e-mail que dá uma dica aos utilizadores de cartões de crédito e débito, para se evitarem roubos com levantamentos em caixas Multibanco.
Mas a Sociedade de Sistemas Interbancários (SIBS), que gere a rede de Multibancos no nosso País alerta: a mensagem é falsa.
O e-mail é mais um daqueles que são enviados em cadeia e que recomendam o seu reenvio a todos os contactos. Diz que quem for forçado por um ladrão a levantar dinheiro numa caixa Multibanco, pode avisar a polícia imediatamente, digitando o código PIN ao contrário. Por exemplo, se o código fosse 1234, então a pessoa deveria marcar 4321. Supostamente a máquina reconhece que a senha está invertida e, apesar de entregar o dinheiro na mesma, alertaria a polícia imediatamente.
A SIBS afirma: «A técnica de introdução do PIN invertido como forma de alerta por parte dos utilizadores em caso de assaltos tem sido, desde há alguns anos, alvo de análise e discussão. No entanto esta técnica nunca foi implementada em qualquer país europeu ou de qualquer outro continente».
As razões são simples. «Tecnicamente existem problemas a ultrapassar começando logo pelos PINS capicuas». Os números capicuas são aqueles que se lêem da mesma maneira de trás para a frente e da frente para trás, por exemplo 1221 (qualquer que seja o sentido em que lê o número, é sempre igual), e nestes casos a máquina não saberia detectar quando é que o PIN estava ou não invertido.
Para além disso, diz a SIBS, este sistema seria pouco eficaz, já que «são poucas as pessoas que, confrontadas com um assalto, tenham calma necessária ao ponto de fazer uso deste mecanismo de uma forma correcta».
Por fim, a mesma entidade alega razões de segurança. «A integridade física dos nossos clientes está em primeiro lugar. O efeito da intervenção das forças policiais num contexto destes é compreensivelmente imprevisível».
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